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Quatro séculos de fé, rio e festa.
O Sairé nasceu no século XVII, quando missionários jesuítas chegaram à região dos Tapajós e uniram a catequese aos cantos e danças dos povos indígenas daqui. O que sobrou desse encontro virou a maior celebração de Alter do Chão — e, desde 2024, patrimônio cultural reconhecido por lei federal.
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O semicírculo enfeitado
O símbolo do Sairé é um arco de madeira ornamentado, carregado em procissão. É ele que dá nome e alma à festa.
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Os mastros
A festa abre com o hasteamento dos mastros enfeitados e se encerra com a derrubada deles, na confraternização de segunda-feira.
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A disputa dos botos
Duas agremiações tomam a arena e contam a mesma lenda amazônica de dois jeitos. A vila inteira escolhe um lado.
O encantado. Vira rapaz na noite de festa, tira a moça para dançar e some antes do amanhecer, de volta para o rio.
O guardião. Menor, de dorso escuro, nada em grupo e, diz a tradição do rio, empurra o afogado de volta para a margem.
Você levou o Boto Cor-de-Rosa. Alguém vai discordar da sua escolha — faz parte.
Feito em Santarém, peça por peça.
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Impresso em 3D, aqui
Modelado e produzido na nossa oficina, no coração do Baixo Amazonas.
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A etiqueta é sua
Dentro dele há um chip NFC. Se quiser, você pode regravá-lo com o aplicativo gratuito NFC Tools e apontá-lo para onde preferir.
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Cuidado simples
Resiste ao dia a dia, mas evite sol forte por horas e água quente. Limpe com pano úmido.